Como circular em Lisboa — o guia completo de transportes
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Qual é a melhor forma de circular em Lisboa?
Caminhe sempre que puder — Lisboa recompensa quem o faz. Use o metro para percursos mais longos entre bairros, os elétricos para a atmosfera e percursos específicos, e os autocarros para completar. O cartão Viva Viagem cobre todos os modos. O Uber e o Bolt são baratos e úteis para subidas e saídas à noite. Não vale a pena ter carro no centro.
Lisboa é uma cidade para caminhar — até deixar de ser
As sete colinas de Lisboa são belas e implacáveis. A cidade recompensa quem caminha, mas numa tarde quente de agosto descobrirá rapidamente que “uma curta caminhada” até à Alfama ou à Graça implica uma subida íngreme de 15 minutos. A rede de transportes existe precisamente para resolver este problema: funiculares, elétricos históricos, um metro moderno, uma vasta rede de autocarros e aplicações de transporte preenchem as lacunas que as pernas não conseguem vencer.
Este guia cobre todos os modos de transporte em Lisboa, com conselhos honestos sobre quando cada um faz sentido.
O metro — rápido, barato e bem ligado
O metro de Lisboa (Metropolitano de Lisboa) tem quatro linhas, 56 estações e cobre a maioria dos destinos úteis para turistas.
As quatro linhas:
- Vermelha (Linha Vermelha): Aeroporto → Oriente → Alameda → São Sebastião → Pontinha. Essencial para as ligações ao aeroporto.
- Azul (Linha Azul): Reboleira → Santa Apolónia, percorrendo grosso modo a cidade de oeste para este. Paragens: Colégio Militar, El Corte Inglés, Marquês de Pombal, Avenida, Restauradores, Rossio, Baixa-Chiado, Terreiro do Paço (junto ao rio).
- Verde (Linha Verde): Telheiras → Cais do Sodré, percorrendo grosso modo a cidade de norte para sul. Paragens: Campo Pequeno, Marquês de Pombal, Rato, Largo do Rato, Estrela, Santos, Cais do Sodré (para os comboios a Cascais e os ferries para Setúbal).
- Amarela (Linha Amarela): Rato → Odivelas, a partir do centro em direção ao norte. Paragens: Rato, Marquês de Pombal, Picoas, Saldanha, Campo Pequeno.
Principais transbordos:
- Marquês de Pombal: azul + amarela
- Alameda: vermelha + verde
- Baixa-Chiado: azul + verde (o transbordo mais central; o Chiado fica acima do solo, a Baixa abaixo)
Preço: €1,85 por viagem simples com cartão Viva Viagem. O cartão em si custa €0,50 e é reutilizável. Não compre bilhetes de uso único — o agravamento de preço é significativo.
Frequência: de 6 em 6 a 10 em 10 minutos em todas as linhas durante o dia. De 10 em 10 a 15 em 15 minutos ao final da tarde. Primeiros comboios por volta das 06h30, últimos por volta da 01h00.
Não servido pelo metro: Alfama, Belém, Bairro Alto, LX Factory, a maioria das encostas. O metro é excelente para corredores, não para destinos nas ladeiras.
Elétricos — icónicos, práticos e muitas vezes sobrelotatados
Os elétricos de Lisboa fazem parte da identidade da cidade. Cinco linhas estão atualmente em funcionamento. Perceba o que cada uma faz antes de fazer fila.
Elétrico 28E (Martim Moniz → Prazeres)
O famoso. Sobe pela Alfama, passa pela Graça, desce pela Mouraria e Baixa, e sobe novamente pela Estrela até ao Campo de Ourique. O percurso é espetacular e genuinamente útil — mas também extremamente sobrelotado, lento e reconhecido como zona de carteiristas.
Leia o guia do elétrico 28 antes de embarcar. Pontos-chave: fique perto do motorista, segure os pertences, evite as horas de ponta se tiver bagagem. Vale a pena andar uma vez pela experiência; use o Uber ou o autocarro 737 para o mesmo percurso se tiver pressa.
Preço: €2,00 a bordo (numerário), €1,85 com Viva Viagem. Frequência: de 10 em 10 a 15 em 15 minutos.
Elétrico 15E (Praça da Figueira → Algés)
O elétrico mais útil para os turistas que se dirigem a Belém. Um elétrico articulado moderno, não o tipo amarelo vintage, que percorre a margem do rio. Paragens: Praça da Figueira, Praça do Comércio, Cais do Sodré, Santos, Calvário, Belém e além.
Do Cais do Sodré a Belém demora cerca de 20 minutos. Preço e sistema de cartão idênticos ao elétrico 28E.
Elétricos 12E, 18E, 24E
Percursos mais curtos que servem bairros específicos. O 12E percorre a zona da Alfama. O 18E liga o Cais do Sodré a Ajuda via Belém (útil para o Palácio da Ajuda). O 24E serve a Praça Luís de Camões até Campolide.
Funiculares — charme e praticidade juntos
Três funiculares (elevadores) operam em Lisboa. Não são atrações turísticas — resolvem o problema das colinas íngremes e são usados diariamente pelos residentes.
Elevador da Glória (Restauradores → São Pedro de Alcântara): O mais útil para os turistas. Sobe desde perto da estação de metro dos Restauradores (linha azul) até ao miradouro de São Pedro de Alcântara, no Bairro Alto. Preço: €3,80 por viagem simples. Funciona diariamente, aproximadamente das 07h30 às 23h55 nos dias úteis.
Elevador da Bica (Rua de São Paulo → Rua Marechal Saldanha): O mais fotografado — os carros amarelos a descer uma rua estreita na Bica é uma imagem clássica de Lisboa. Liga a zona do Cais do Sodré ao Chiado superior. Preço: €3,80 por viagem simples. Funciona até cerca das 21h00.
Elevador da Lavra (Largo da Anunciada → Rua Câmara Pestana): O funicular mais antigo de Lisboa (1884), o menos turístico, que sobe desde perto da estação de metro da Avenida em direção ao Castelo de São Jorge. Preço: €3,80 por viagem simples.
Dica: os três são cobertos pelo Lisboa Card e pelos bilhetes turísticos de 24 horas, mas não pelos recarregamentos padrão do Viva Viagem. O Lisboa Card faz frequentemente sentido financeiro apenas pela poupança nos funiculares se os usar várias vezes. Consulte a calculadora do Lisboa Card para verificar o seu itinerário específico.
Elevador de Santa Justa — evite a fila, use a alternativa
O Elevador de Santa Justa é um elevador em ferro forjado que liga a Baixa às ruínas do Carmo acima. É fotogénico, historicamente interessante e quase sempre tem uma fila de 20-40 minutos nas horas de ponta.
A vista do topo é boa, mas não excecional. Para uma ligação semelhante ou melhor da Baixa ao Chiado sem a espera, use as escadas do Largo do Carmo a partir do Chiado, ou suba a Calçada do Carmo. O elevador custa €5,50 de ida e volta (gratuito com Lisboa Card).
Se quiser mesmo visitar, vá às 09h00 quando abre ou depois das 20h00, quando as filas diminuem.
Autocarros — abrangentes, mais baratos e frequentemente ignorados
A rede de autocarros da CARRIS cobre tudo o que o metro e os elétricos não alcançam. Para os turistas, os percursos mais úteis são:
- 737: Rossio → Alfama → Castelo → Graça → Martim Moniz. Uma alternativa útil ao elétrico 28E — mesmo percurso, menos romântico, menos sobrelotado, mais fiável.
- 759: Praça da Figueira → Belém. Alternativa ao elétrico 15E no percurso ribeirinho.
- 794: Liga a estação do Oriente ao Parque das Nações.
- 734: Circula dos Restauradores à Graça via Alfama — útil para chegar à Senhora do Monte.
- 706: Autocarro de ligação ao Parque das Nações.
Preço: €2,00 em numerário a bordo, €1,85 com Viva Viagem, €1,85 com Lisboa Card. O cartão Viva Viagem é praticamente obrigatório — pagar em numerário em cada autocarro acumula rapidamente.
Autocarros noturnos (Madrugada): várias linhas de autocarro noturno circulam entre a 01h00 e as 06h00 quando o metro está encerrado. Consulte o site da Carris ou pergunte no hotel sobre os percursos que servem a sua zona.
Ferries — baratos, práticos e genuinamente belos
A Transtejo e a Soflusa operam serviços de ferry no Tejo. Não são cruzeiros turísticos — são serviços de pendular, e são baratos e fiáveis.
Principais percursos a partir do Cais do Sodré:
- Cais do Sodré → Cacilhas (Almada, para o Cristo Rei e a margem sul): travessia de 10 minutos, de 15 em 15 a 30 em 30 minutos, ~€1,50 cada sentido. Uma das melhores vistas de Lisboa ao melhor preço.
- Cais do Sodré → Montijo e Seixal: percursos mais longos, menos frequentes.
De Belém: ferry sazonal Belém–Trafaria–Porto Brandão, útil para acesso à Arrábida de autocarro.
Do Terreiro do Paço (Praça do Comércio): serviços para o Barreiro, incluindo ligação ao sul de Portugal por comboio. Também partem deste cais barcos de cruzeiro turístico.
Todos os detalhes no guia de ferries e travessias do Tejo.
Aplicações de transporte — Uber, Bolt, Free Now
As três operam em toda Lisboa e são geralmente mais baratas e transparentes do que apanhar táxis na rua. Use-as:
- À noite (depois de o metro fechar)
- Para destinos com colinas (Alfama, Graça, Príncipe Real) com bagagem
- Quando a fila do elétrico é demasiado grande
- Para percursos curtos até endereços específicos
Uma viagem típica no centro de Lisboa (da Baixa à Alfama, por exemplo) custa €5-8. Do Rossio a Belém custa €12-18. O preço dinâmico nas sextas e sábados à noite, a partir das 22h00 aproximadamente, pode aumentar os preços 30-50%.
Consulte táxis, Uber e Bolt em Lisboa para todos os detalhes sobre preços, dicas e como evitar burlas.
Autocarro turístico hop-on hop-off — quando faz sentido
O autocarro turístico hop-on hop-off não é a forma mais eficiente de conhecer Lisboa, mas tem as suas utilidades. Vários operadores fazem percursos semelhantes (os principais circuitos cobrem Belém, Alfama, Baixa, Marquês de Pombal e Parque das Nações). Os bilhetes custam €20-30 para 24 horas.
Autocarro turístico hop-on hop-off de Lisboa — o circuito clássico com comentário, útil no primeiro dia para se orientar antes de explorar a pé.
Faz mais sentido no dia da chegada, ou se viajar com crianças ou com problemas de mobilidade. Para quem se sente confortável no metro e a pé, é desnecessário depois do primeiro dia.
O Lisboa Card — poupa dinheiro nos transportes?
O Lisboa Card (24h €22 / 48h €37 / 72h €46) inclui metro, autocarro, elétrico, funicular ilimitados e o comboio para Sintra e Cascais. Se planeia usar os transportes várias vezes por dia e visitar 2-3 museus pagos, normalmente empata ou poupa dinheiro.
Use a calculadora do Lisboa Card para calcular o seu itinerário específico. A análise completa está no guia do Lisboa Card.
Tuk-tuks — experiência turística, não transporte
Os tuk-tuks cor de laranja que vê por todo o lado na Alfama e na Baixa são veículos turísticos, não fazem parte da rede de transportes públicos. São caros para o que são (€15-25 por pessoa para um pequeno circuito), mas podem ser agradáveis como introdução às colinas. Não são uma forma prática de circular.
Tour pela cidade de Lisboa de tuk-tuk — um percurso curado pelos bairros históricos, incluindo miradouros inacessíveis de carro.
Lisboa Card vs Viva Viagem — guia rápido de decisão
- Só transportes, estadia curta (1-2 dias): Viva Viagem, carregue €10-15. Mais barato se não visitar muitos museus.
- 2-3 museus + transportes, 2-3 dias: o Lisboa Card provavelmente empata ou poupa dinheiro.
- Excursão a Sintra ou Cascais incluída: o Lisboa Card poupa só no bilhete de comboio (€4,80 de ida e volta).
- Principalmente excursões organizadas, poucas visitas a museus: Viva Viagem.
O guia sobre se o Lisboa Card vale a pena tem todo o cálculo de equilíbrio. O guia sobre a melhor altura para visitar Lisboa cobre os fatores sazonais que afetam a afluência aos transportes.
Dicas práticas para navegar nos transportes de Lisboa
Guarde o cartão Viva Viagem num bolso de fácil acesso — tem de o validar no início e no fim de cada viagem na maioria dos modos de transporte. O metro requer apenas validação na entrada; algumas viagens de autocarro e elétrico requerem validação na entrada e na saída.
Descarregue a aplicação Carris/Metropolitana para ver os horários de chegada dos autocarros em tempo real. O Google Maps é fiável para planear percursos em Lisboa, incluindo a pé, de elétrico, metro e autocarro.
Evite ficar perto das portas do elétrico 28E com o telemóvel ou a máquina fotográfica à mostra. Os furtos por carteiristas concentram-se neste percurso — especialmente na secção da Alfama. O guia de segurança em Lisboa aborda este tema com honestidade.
Para excursões além da cidade, consulte o guia de transportes para excursões e o guia dos comboios para Sintra e Cascais.
Transportes por bairro — o que realmente funciona onde
Perceber qual o modo de transporte mais adequado a cada parte da cidade poupa muito tempo e frustração.
Como circular na Baixa e no Chiado
A Baixa é a grelha plana — a parte mais fácil de Lisboa para caminhar. As ruas norte-sul (Rua do Ouro, Rua da Prata, Rua Augusta) são pedonais ou com pouco trânsito. O metro (estação Baixa-Chiado, linhas azul e verde) deixa-o diretamente no bairro. Para se deslocar entre a Baixa e o Chiado, as opções são: subir a pé a íngreme Calçada do Sacramento, tomar o Elevador de Santa Justa (€5,50, ou incluído no Lisboa Card, sempre com fila), ou fazer o percurso mais longo mas mais plano pela Praça Luís de Camões. O elevador é romântico, mas a fila é real — conte com 20-30 minutos de espera na época alta.
Como circular na Alfama
A Alfama não tem estação de metro. As opções: subir a pé desde a Baixa-Chiado (15-20 minutos de calçada íngreme), tomar o elétrico 28E a partir da Praça da Figueira ou do Largo Martim Moniz, tomar o autocarro 737 a partir do Rossio, ou usar Uber/Bolt para uma viagem direta até ao endereço específico. Com bagagem, o Uber é fortemente recomendado. A pé, note que a maioria dos atalhos pela Alfama implica escadas — se precisar de um percurso sem escadas, planeie antecipadamente usando o Google Maps com a opção “evitar escadas”, embora não funcione perfeitamente na Alfama.
Como circular em Belém
Belém não tem estação de metro. A partir do Cais do Sodré (terminal da linha verde), o elétrico 15E percorre a margem do rio em direção a oeste até Belém em aproximadamente 20 minutos — uma viagem agradável ao longo do Tejo. A partir da Praça da Figueira, a viagem demora 25-30 minutos. Em alternativa, os autocarros 727 e 728 servem Belém a partir do centro da cidade. O Uber do centro de Lisboa a Belém custa €14-20 consoante o trânsito. O Aerobus 2 (aeroporto a Cascais) também para em Belém — útil se vem diretamente do aeroporto.
Dentro de Belém, tudo é acessível a pé: a torre, o mosteiro, o Museu dos Coches, o MAAT e os Pastéis de Belém estão todos a menos de 1,5 km uns dos outros ao longo da margem do rio.
Como circular no Bairro Alto e no Príncipe Real
O funicular da Glória, a partir do metro dos Restauradores, leva-o diretamente ao miradouro de São Pedro de Alcântara, na orla do Bairro Alto. A partir daí, o Bairro Alto é percorrível a pé (embora com colinas). O Príncipe Real fica um pouco mais longe — 10-15 minutos a pé da estação de metro do Chiado, ou um curto Uber. O autocarro 758 vai do Marquês de Pombal a Santos via Príncipe Real.
Como circular na Graça e na Mouraria
A Graça é um dos bairros com mais dificuldades de transporte para os visitantes. O metro mais próximo é o Intendente (linha verde, aberto em 2020) ou o Martim Moniz — cada um a cerca de 15 minutos a pé dos principais miradouros da Graça. O elétrico 28E passa pela Graça mas é lento. O autocarro 734 vai dos Restauradores à Graça. O Uber para um endereço específico na Graça é a opção mais prática. O esforço compensa com menos multidões do que noutros bairros nos cumes.
Comprar e recarregar cartões de transporte — onde e como
Nas estações de metro: as máquinas de bilhetes em todas as estações aceitam cartões de contactless e algumas aceitam numerário. Vendem cartões Viva Viagem (€0,50), carregam crédito, vendem bilhetes de 24h e bilhetes de regresso a Sintra e Cascais. A interface é multilingue.
Nas bilheteiras com atendimento: abertas aproximadamente das 08h00 às 21h00 nas estações principais. Úteis para dúvidas mais complexas ou quando as máquinas têm fila.
Nos terminais de ferry: o terminal de ferry do Cais do Sodré vende cartões Viva Viagem e carrega crédito de transporte.
No Lisboa Welcome Centre: Praça do Comércio, aberto diariamente. Vende Lisboa Cards, Viva Viagem e fornece informações de transporte. Costuma ter fila — se só precisar de um Viva Viagem, use as máquinas do metro.
Do aeroporto à cidade — a primeira decisão de transporte
A decisão de transporte começa no momento em que aterra no Aeroporto Humberto Delgado. O metro da linha vermelha (Linha Vermelha) desde a estação Aeroporto demora 20 minutos até ao transbordo da Alameda, sendo a melhor opção padrão para a maioria das chegadas. Uma análise completa de todas as opções de transporte do aeroporto (metro, Aerobus, Uber, táxi e as burlas a evitar) está no guia do aeroporto para o centro da cidade.
Considerações sazonais sobre os transportes
Verão (julho-agosto): as filas para embarcar no elétrico 28E podem ser de 20-30 minutos nas horas de ponta. As carruagens do metro nas horas de ponta enchem para além do conforto. Os autocarros hop-on hop-off são muito populares — reserve online para garantir lugar. O elétrico de Belém (15E) pode estar lotado ao meio-dia.
Primavera e outono (abril-junho, setembro-outubro): os transportes funcionam normalmente e confortavelmente. Estes são os melhores meses para usar os transportes públicos sem as frustrações do verão.
Inverno (dezembro-fevereiro): o metro e os autocarros funcionam com horários normais. Menos turistas significa carruagens mais confortáveis. O elétrico 28E funciona com menos frequência e com material circulante mais antigo que pode ser frio. Os funiculares fecham um pouco mais cedo. Verifique os horários nos períodos de férias (Natal, Ano Novo) quando funcionam serviços reduzidos.
Aplicações de transporte que vale a pena descarregar
Aplicação Carris Metropolitana: horários de chegada de autocarros em tempo real para todos os percursos da CARRIS. Mais fiável do que o horário impresso nas paragens.
Uber e Bolt: ambas necessárias — os preços diferem e a disponibilidade varia consoante a hora. Ter as duas instaladas permite comparar e apanhar o carro disponível mais rapidamente.
Google Maps: totalmente integrado com os transportes públicos de Lisboa, incluindo atrasos em tempo real (normalmente). As direções a pé são precisas e têm em conta as colinas de Lisboa com estimativas de tempo realistas.
Aplicação Comboios de Portugal (CP): para verificar e reservar horários de comboio para Sintra e Cascais. O site (comboios.pt) também funciona bem.
Free Now: chama táxis licenciados com transparência de preços pela aplicação. Uma alternativa útil quando o preço dinâmico do Uber é elevado.
Lisboa: bilhete de passeio de barco e autocarro hop-on hop-off 48 horas — combina o acesso fluvial com o autocarro turístico pela cidade, útil para quem quer cobrir muito terreno no primeiro dia sem ter de navegar em múltiplos modos de transporte de forma independente.